Caldo vermelho de fenol base frasco 500g

Caldo vermelho de fenol base frasco 500g

Código: AG-6038
Marca: HIMEDIA
Apresentação: 1 unidade

Meio de cultura liofilizado base para testes de fermentação de carboidratos, com vermelho de fenol como indicador de pH.

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Informações técnicas do produto

Caldo vermelho de fenol base frasco 500g

CALDO BASE VERMELHO DE FENOL (M054) USO PRETENDIDO Um meio basal ao qual são adicionados carboidratos para determinação de reações de fermentação de culturas puras de microorganismos. A composição deste meio está de acordo com a FDA BAM. COMPOSIÇÃO** Ingredientes (g/L) Proteose peptona: 10,000 HM peptona B#: 1,000 Cloreto de sódio: 5,000 Vermelho de fenol: 0,018 pH final (a 25°C): 7,4 ±0,2 ** Fórmula ajustada, padronizada para atender aos parâmetros de desempenho # Equivalente a extrato de carne bovina INSTRUÇÕES Suspenda 16,02g em 1000mL de água purificada/destilada, misture bem. Aqueça, se necessário, para dissolver o meio completamente. Misture bem e distribua em tubos de fermentação (tubos contendo tubos Durham invertidos). Esterilize em autoclave a 15 lbs de pressão (121°C) por 15 minutos. Adicione assepticamente solução de carboidratos esterilizada por filtração ou esterilizada em autoclave ao meio basal estéril. PRINCÍPIO E INTERPRETAÇÃO O Meio Caldo Vermelho de Fenol é formulado de acordo com Vera (1) e é recomendado para determinar a reação de fermentação de carboidratos para a diferenciação de microorganismos (2-4). É recomendado pela FDA BAM (5). O Meio Caldo Vermelho de Fenol com vários carboidratos adicionados serve como um meio diferencial auxiliando na diferenciação de várias espécies e gêneros por sua capacidade de fermentar o carboidrato específico, com a produção de ácido ou ácido e gás (6). O Caldo Base Vermelho de Fenol é um meio completo sem adição de carboidrato, que pode ser utilizado com a adição de 5-10% do carboidrato desejado. É usado como controle negativo para estudar fermentações ou como base para adição de carboidratos. Proteose peptona e HM peptona B servem como fontes de carbono e nitrogênio. O cloreto de sódio é o estabilizador osmótico. O vermelho de fenol é o indicador de pH, que fica amarelo em pH ácido. A formação de gás é observada nos tubos de Durhams. Todas as Enterobacteriaceae crescem bem neste meio. Além de produzir uma mudança de cor de pH, a produção de ácidos mistos, principalmente ácidos butíricos, muitas vezes resulta em um odor fétido e pungente do meio de cultura (7). TIPO DE AMOSTRA Microrganismos isolados de amostras clínicas e não clínicas COLETA E MANUSEIO DE AMOSTRAS Para amostras de Microorganismos isolados, siga as técnicas apropriadas para o manuseio de amostras de acordo com as diretrizes estabelecidas (8,9). Após o uso, os materiais contaminados devem ser esterilizados em autoclave antes de serem descartados. AVISO E PRECAUÇÕES Uso para diagnóstico in vitro. Apenas para uso profissional. Leia o rótulo antes de abrir o recipiente. Use luvas de proteção/ roupas de proteção/ proteção ocular/ proteção facial. Siga as boas práticas de laboratório microbiológico ao manusear espécimes e cultura. As precauções padrão de acordo com as diretrizes estabelecidas devem ser seguidas durante o manuseio das amostras. As orientações de segurança podem ser referidas em fichas de dados de segurança individuais. LIMITAÇÕES 1. Além de produzir uma mudança de cor de pH, a produção de ácidos mistos, principalmente ácidos butíricos, muitas vezes resulta em um pungente, mau cheiro do meio de cultura (2). DESEMPENHO E AVALIAÇÃO O desempenho do meio é esperado quando usado de acordo com as instruções no rótulo dentro do período de validade quando armazenado na temperatura recomendada. CONTROLE DE QUALIDADE Apariência: Pó homogêneo de fluxo livre de amarelo claro a rosa Cor e clareza do meio preparado: solução clara de cor vermelha sem qualquer precipitado Reação: Reação de 1,6% p/v em solução aquosa a 25°C. pH:7,4 ±0,2 pH: 7.20-7.60 Resposta cultural: Características culturais observadas após uma incubação a 35°C - 37°C por 18 - 24 horas. (mais se necessário) ORGANISMO: Citrobacter freundii ATCC 8090 INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Abundante SEM CARBOIDRATO (ÁCIDO): Reação negativa, sem mudança de cor SEM CARBOIDRATO (GÁS): Reação negativa COM DEXTROSE (ÁCIDO): Reação positiva, cor amarela COM DEXTROSE (GÁS): Reação positiva ORGANISMO: Escherichia coli ATCC 25922 (00013*) INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Abundante SEM CARBOIDRATO (ÁCIDO): Reação negativa, sem mudança de cor SEM CARBOIDRATO (GÁS): Reação negativa COM DEXTROSE (ÁCIDO): Reação positiva, cor amarela COM DEXTROSE (GÁS): Reação positiva ORGANISMO: # Klebsiella aerogenes ATCC 13048 (00175*) INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Abundante SEM CARBOIDRATO (ÁCIDO): Reação negativa, sem mudança de cor SEM CARBOIDRATO (GÁS): Reação negativa COM DEXTROSE (ÁCIDO): Reação positiva, cor amarela COM DEXTROSE (GÁS): Reação positiva ORGANISMO: Klebsiella pneumoniae ATCC 13883 (00097*) INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Abundante SEM CARBOIDRATO (ÁCIDO): Reação negativa, sem mudança de cor SEM CARBOIDRATO (GÁS): Reação negativa COM DEXTROSE (ÁCIDO): Reação positiva, cor amarela COM DEXTROSE (GÁS): Reação positiva ORGANISMO: Proteus vulgaris ATCC 13315 INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Abundante SEM CARBOIDRATO (ÁCIDO): Reação negativa, sem mudança de cor SEM CARBOIDRATO (GÁS): Reação negativa COM DEXTROSE (ÁCIDO): Reação positiva, cor amarela COM DEXTROSE (GÁS): Reação positiva ORGANISMO: Salmonella Typhi ATCC 6539 INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Abundante SEM CARBOIDRATO (ÁCIDO): Reação negativa, sem mudança de cor SEM CARBOIDRATO (GÁS): Reação negativa COM DEXTROSE (ÁCIDO): Reação positiva, cor amarela COM DEXTROSE (GÁS): Reação positiva ORGANISMO: Salmonella Typhimurium ATCC 14028 (00031*) INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Abundante SEM CARBOIDRATO (ÁCIDO): Reação negativa, sem mudança de cor SEM CARBOIDRATO (GÁS): Reação negativa COM DEXTROSE (ÁCIDO): Reação positiva, cor amarela COM DEXTROSE (GÁS): Reação positiva ORGANISMO: Serratia marcescens ATCC 8100 INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Abundante SEM CARBOIDRATO (ÁCIDO): Reação negativa, sem mudança de cor SEM CARBOIDRATO (GÁS): Reação negativa COM DEXTROSE (ÁCIDO): Reação positiva, cor amarela COM DEXTROSE (GÁS): Reação positiva ORGANISMO: Shigella flexneri ATCC 12022 (00126*) INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Abundante SEM CARBOIDRATO (ÁCIDO): Reação negativa, sem mudança de cor SEM CARBOIDRATO (GÁS): Reação negativa COM DEXTROSE (ÁCIDO): Reação positiva, cor amarela COM DEXTROSE (GÁS): Reação negativa Chave: (*) Números WDCM correspondentes (#) Anteriormente conhecido como Enterobacter aerogenes ARMAZENAMENTO E PRAZO DE VALIDADE Armazene entre 10°C - 30°C em um recipiente bem fechado e o meio preparado entre 15°C - 25°C. Use antes da data de validade no rótulo. Ao abrir, o produto deve ser armazenado adequadamente seco, após tampar bem o frasco para evitar a formação de grumos devido à natureza higroscópica do produto. O armazenamento inadequado do produto pode levar à formação de grumos. Armazene em área seca e ventilada, protegida de temperaturas extremas e fontes de ignição. Feche bem o recipiente após o uso. O desempenho do produto é melhor se usado dentro do prazo de validade. DESCARTE O usuário deve garantir o descarte seguro por autoclave e/ou incineração de preparações usadas ou não utilizáveis deste produto. Siga os procedimentos laboratoriais estabelecidos no descarte de materiais infecciosos e o material que entrar em contato com a amostra deve ser descontaminado e descartado de acordo com as técnicas laboratoriais atuais (8,9). REFERÊNCIAS 1.Vera H. D., 1950, Am. J. Public Health, 40, 1267 2.Ewing W. H., 1986, Edwards and Ewings Identification of Enterobacteriaceae, 4th ed.,Elsevier Science Publishing Co., Inc., New York. 3.Finegold S. M. and Baron E. J., 1986, Bailey and Scotts Diagnostic Microbiology, 7th Ed., The C.V. Mosby Co., St. Louis. 4.MacFaddin J. F., 1985, Media for Isolation-Cultivation-Identification -Maintenanceof Medical Bacteria, Vol. I, Williams and Wilkins, Baltimore. 5.Bacteriological Analytical Manual, 8th Edition, Revision A, 1998. 6.MacFaddin J. F., 2000, Biochemical tests for Identification of Medical Bacteria, 3rd edi., Lippincott, Williams and Wilkins, Baltimore. 7.Koneman E. W., Allen S. D., Janda W.M., Schreckenberger P.C., Winn W.C. Jr., 1992, Colour Atlas and Textbook of Diagnostic Microbiology, 4th Ed., J. B. Lippinccott Company 8.Isenberg, H.D. Clinical Microbiology Procedures Handbook 2nd Edition. 9.Jorgensen, J.H., Pfaller, M.A., Carroll, K.C., Funke, G., Landry, M.L., Richter, S.S and Warnock., D.W. (2015) Manual of Clinical Microbiology, 11th Edition. Vol. 1.