Produtos Laboratório Meios de Cultura
Agar batata dextrose (PDA) frasco 500g
Código: AG-5061
Marca: HIMEDIA
Apresentação: 1 unidade
Meio de cultura granulado rico em carboidratos para crescimento de fungos e leveduras. Usado em análises ambientais, alimentares e farmacêuticas.
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Informações técnicas do produto
Agar batata dextrose (PDA) frasco 500g
ÁGAR BATATA DEXTROSE, GRANULADO - (GM096) USO PRETENDIDO Recomendado para o isolamento e contagem de leveduras e bolores na água, laticínios e outros produtos alimentícios e amostras clínicas. COMPOSIÇÃO Ingredientes (g/L) Infusão de Batata: 200.000 Dextrose: 20.000 Ágar: 15.000 pH final(a 25°C): 5,6 ±0,2 **Fórmula ajustada, padronizada para atender aos parâmetros de desempenho INSTRUÇÕES Suspender 39,0g em 1000mL de água purificada/destilada. Aqueça até a ebulição para dissolver o meio completamente. Esterilize em autoclave a 15 lbs de pressão (121°C) por 15 minutos. Resfrie a 45°C - 50°C. Misture bem antes de dispensar em tubos ou frascos conforme desejado. Em trabalhos específicos, quando for necessário pH 3,5, acidificar o meio com ácido tartárico 10% estéril. A quantidade de ácido necessária para 100mL de meio estéril resfriado é de aproximadamente 1mL. Não aqueça o meio após a adição do ácido. PRINCIPIOS E INTERPRETAÇÃO O Ágar Batata Dextrose é recomendado pela APHA (1) e FDA (2) para contagens de leveduras e bolores em placa no exame de alimentos e produtos lácteos (3). O Ágar Batata Dextrose também é usado para estimular a esporulação, para manter culturas de estoque de certos dermatófitos e para diferenciar variedades típicas de dermatófitos com base na produção de pigmentos (4). Também é recomendado pela USP (5), BP (6), EP (3) e JP (7) para crescimento de fungos. A infusão de batata e a dextrose promovem um crescimento fúngico abundante. Ajustando o pH do meio por ácido tartárico para 3,5, inibe o crescimento bacteriano. O aquecimento do meio após a acidificação deve ser evitado, pois pode hidrolisar o ágar, tornando-o incapaz de solidificar. TIPO DE AMOSTRAS Amostras clínicas - raspados de pele, raspados de unhas, etc., amostras de alimentos e laticínios; Amostras de água COLETA E MANUSEIO DE AMOSTRAS - Para amostras clínicas, siga as técnicas apropriadas para o manuseio de amostras de acordo com as diretrizes estabelecidas (8,9). - Para amostras de alimentos e laticínios, siga as técnicas apropriadas para coleta e processamento de amostras de acordo com as diretrizes (1,10). - Para amostras de água, siga as técnicas apropriadas para coleta de amostras, processamento de acordo com as diretrizes e padrões locais (11). - Após o uso, os materiais contaminados devem ser esterilizados em autoclave antes de serem descartados. PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS Uso em diagnóstico in vitro. Apenas para uso profissional. Leia o rótulo antes de abrir o recipiente. Use luvas de proteção/ roupas de proteção/ proteção ocular/ proteção facial. Siga as boas práticas de laboratório microbiológico no manuseio de amostras e culturas. As precauções padrão de acordo com as diretrizes estabelecidas devem ser seguidas durante o manuseio de amostras clínicas. As diretrizes de segurança podem ser referidas em fichas de dados de segurança individuais LIMITAÇÕES: 1. O aquecimento do meio após a acidificação deve ser evitado, pois pode hidrolisar o ágar, tornando-o incapaz de solidificar. DESEMPENHO E AVALIAÇÃO O desempenho do meio é esperado quando usado de acordo com as instruções no rótulo dentro do período de validade e quando armazenado na temperatura recomendada. CONTROLE DE QUALIDADE Apariência: Meio granulado homogeneo de creme a amarelo Gelificação: Firme, comparável com gel de Agar a 1,5% Cor e clareza do meio preparado: Formas de gel de cor amarela clara a ligeiramente opalescente em placas de Petri. Reação: Reação de 3,9% p/v a 25°C em solução aquosa. pH: 5,6±0,2 pH: 5,40-5,80 Resposta cultural: Características culturais observadas após uma incubação a 22°C - 25°C durante 4-5 dias. Organismo: # Aspergillus brasiliensis ATCC 16404 (00053*) Crescimento: Abundante Formação de ascósporos: Negativo Organismo: Candida albicans ATCC 10231 (00054*) Crescimento: Abundante Formação de ascósporos: Negativo Organismo: Saccharomyces cerevisiae ATCC 9763 (00058*) Crescimento: Abundante Formação de ascósporos: Positivo ARMAZENAMENTO E PRAZO DE VALIDADE Armazene entre 10-30°C em um recipiente bem fechado e o meio preparado entre 20-30°C. Use antes da data de validade no rótulo. Ao abrir, o produto deve ser armazenado adequadamente seco, após tampar bem o frasco para evitar a formação de grumos devido à natureza higroscópica do produto. O armazenamento inadequado do produto pode levar à formação de grumos. Armazene em área seca e ventilada, protegida de temperaturas extremas e fontes de ignição. Feche bem o recipiente após o uso. O desempenho do produto é melhor se usado dentro do prazo de validade. DESCARTE O usuário deve garantir o descarte seguro por autoclave e/ou incineração de preparações usadas ou inutilizáveis deste produto. Siga os procedimentos laboratoriais estabelecidos para descartar materiais infecciosos e materiais que entrem em contato com amostras clínicas devem ser descontaminados e descartados de acordo com as técnicas laboratoriais atuais (8,9). REFERÊNCIAS 1.Salfinger Y., and Tortorello M.L., 2015, Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods, 5th Ed., American Public Health Association, Washington, D.C. 2.FDA Bacteriological Analytical Manual, 2005, 18th Ed., AOAC, Washington, DC. 3.European Pharmacopoeia, 2019, European Dept. for the quality of Medicines. 4.MacFaddin J. F., 1985, Media for the Isolation-Cultivation-Identification-Maintenance of Medical Bacteria, Vol.1, Williams and Wilkins, Baltimore 5.The United States Pharmacopoeia, 2020, The United States Pharmacopoeial Convention. Rockville, MD. 6.British Pharmacopoeia, 2019, The Stationery office British Pharmacopoeia 7.Japanese Pharmacopoeia, 2016. 8.Isenberg, H.D. Clinical Microbiology Procedures Handbook. 2nd Edition. 9.Jorgensen, J.H., Pfaller, M.A., Carroll, K.C., Funke, G., Landry, M.L., Richter, S.S and Warnock., D.W.(2015) Manual of Clinical Microbiology, 11th Edition. Vol. 1. 10. Wehr H. M. and Frank J. H., 2004, Standard Methods for the Microbiological Examination of Dairy Products, 17th Ed., APHA Inc., Washington, D.C.10. 11.Baird R.B., Eaton A.D., and Rice E.W., (Eds.), 2015, Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater, 23rd ed., APHA, Washington, D.C
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