Produtos Laboratório Meios de Cultura
Agar tcbs frasco 500g
Código: AG-5073
Marca: HIMEDIA
Apresentação: 1 unidade
Meio de cultura liofilizado seletivo para isolamento e identificação de Vibrio cholerae e outras espécies de Vibrio em amostras clínicas e alimentos.
Produto considerado não correlato
Informações técnicas do produto
Agar tcbs frasco 500g
ÁGAR TCBS (M189) USO PRETENDIDO Recomendado para o isolamento seletivo e cultivo de Vibrio cholerae e outros Vibrios enteropatogênicos causadores de intoxicação alimentar de amostras clínicas e de alimentos. COMPOSIÇÃO** Ingredientes (g/L) Proteose peptona: 10,000 Extrato de levedura: 5,000 Tiossulfato de sódio: 10,000 Citrato de sódio: 10,000 Bile: 8,000 Sacarose: 20,000 Cloreto de sódio: 10,000 Citrato férrico: 1,000 Azul de bromotimol: 0,040 Azul de timol: 0,040 Agar: 15,000 pH final (a 25°C): 8,6 ±0,2 **Fórmula ajustada, padronizada para atender aos parâmetros de desempenho INSTRUÇÕES Suspender 89,08g em 1000mL de água purificada/destilada. Aqueça até a ebulição para dissolver o meio completamente. NÃO AUTOCLAVE. Resfrie a 45°C - 50°C. Misture bem e despeje em placas de Petri estéreis. PRINCIPIO E INTERPRETAÇÃO O Ágar TCBS foi desenvolvido por Kobayashi et. al.(1), que modificou o meio seletivo de Nakanishi (2). Embora este meio tenha sido originalmente projetado para o isolamento de V. cholerae e V. parahaemolyticus, a maioria dos Vibrios crescem em grandes colônias saudáveis com muitas morfologias coloniais diferentes. O Ágar TCBS também é recomendado pela APHA para o isolamento seletivo de V. cholerae e V. parahaemolyticus (3,4). Enriquecimento em Água Peptonada Alcalina (M618), seguido de isolamento em Ágar TCBS é rotineiramente usado para isolamento de V.cholerae (5,6,7). Proteose peptona e extrato de levedura fornecem compostos nitrogenados, vitaminas do complexo B e outros nutrientes essenciais para o crescimento. A bile, um derivado de sais biliares e citrato de sódio, inibe bactérias gram-positivas e coliformes (8). O tiossulfato de sódio serve como uma boa fonte de enxofre, que em combinação com o citrato férrico detecta a produção de sulfeto de hidrogênio. Para o metabolismo do Vibrio, a sacarose é adicionada como um carboidrato fermentável. O Vibrio que é capaz de utilizar sacarose irá de colônias amarelas. Azul de bromotimol e azul de timol são os indicadores de pH. O pH alcalino do meio melhora a recuperação de V.cholerae. Cepas de V. cholerae produzem colônias amarelas no Ágar TCBS devido à fermentação da sacarose. V. alginolyticus também produz colônias amarelas. V.parahaemolyticus é um organismo não fermentador de sacarose e, portanto, produz colônias verde-azuladas, assim como V.vulnificus. TIPO DE AMOSTRA Clínica: fezes, etc; Amostras de alimentos; Amostras de água. COLETA E MANUSEIO DE AMOSTRA Para amostras clínicas, siga as técnicas apropriadas para manusear amostras de acordo com as diretrizes estabelecidas (7,8). Para amostras de alimentos e laticínios, siga as técnicas apropriadas para coleta e processamento de amostras de acordo com as diretrizes (4,9,10). Para amostras de água, siga as técnicas apropriadas para coleta de amostras, processamento de acordo com as diretrizes e padrões locais (3). Após o uso, os materiais contaminados devem ser esterilizados em autoclave antes de serem descartados. AVISO E PRECAUÇÕES Uso diagnóstico in vitro. Apenas para uso profissional. Leia o rótulo antes de abrir o recipiente. Use luvas de proteção/ vestuário de proteção/ proteção ocular/ proteção facial. Siga as boas práticas de laboratório microbiológico ao manusear espécimes e cultura. As precauções padrão de acordo com as diretrizes estabelecidas devem ser seguidas durante o manuseio de amostras clínicas. As orientações de segurança podem ser referidas em fichas de dados de segurança individuais. LIMITAÇÕES 1. O meio deve ser inoculado fortemente com amostras fecais porque o crescimento de algumas espécies pode ser inibido no meio devido à fermentação da sacarose e acúmulo de ácidos. 2. Entretanto, isolados ocasionais de Pseudomonas e Aeromonas também podem formar colônias verde-azuladas em Ágar TCBS (11). 3. Espécies de Proteus que são fermentadoras de sacarose podem formar colônias amarelas (11). 4. O Ágar TCBS não é um meio adequado para testes de oxidase de espécies de Vibrio (12). 5. Algumas cepas de V. cholerae podem aparecer verdes ou incolores no Ágar TCBS devido à fermentação retardada da sacarose (11). 6. O Ágar TCBS é altamente seletivo para espécies de Vibrio. Qualquer colônia H2S negativa de Ágar TCBS pode ser considerada positiva presuntiva para Vibrio. 7. Outros testes bioquímicos e sorológicos devem ser realizados para identificação completa. DESEMPENHO E AVALIAÇÃO O desempenho do meio é esperado quando usado de acordo com as instruções no rótulo dentro do período de validade quando armazenado na temperatura recomendada. CONTROLE DE QUALIDADE Apariência: Pó de fluxo livre homogêneo amarelo claro a bronzeado claro Gelificação: Firme, comparável com gel de ágar a 1,5% Cor e clareza do meio preparado: Formas de gel transparentes a levemente opalescentes de cor verde azulada em placas de Petri. Reação: Reação de solução aquosa 8,9% p/v a 25°C. pH: 8,6±0,2 pH: 8.40-8.80 Resposta cultural: Características culturais observadas após incubação a 35°C - 37°C por 18-24 horas. -PRODUTIVIDADE ORGANISMO: Vibrio parahaemolyticus NCTC 10885 (00185*) INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Bem abundante RECUPERAÇÃO: >=50% COR DA COLÔNIA: Azul ORGANISMO: Vibrio furnissii NCTC 11218 (00186*) INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Bem abundante RECUPERAÇÃO: >=50% COR DA COLÔNIA: Amarelo esverdeado -ESPECIFICIDADE ORGANISMO: Escherichia coli ATCC 25922 (00013*) INÓCULO (UFC): >=10^4 CRESCIMENTO: Inibido RECUPERAÇÃO: 0% COR DA COLÔNIA: - ORGANISMO: Escherichia coli ATCC 8739 ( 00012*) INÓCULO (UFC): >=10^4 CRESCIMENTO: Inibido RECUPERAÇÃO: 0% COR DA COLÔNIA: - ORGANISMO: Escherichia coli ATCC 11775( 00090*) INÓCULO (UFC): >=10^4 CRESCIMENTO: Inibido RECUPERAÇÃO: 0% COR DA COLÔNIA: - -TESTES MICROBIOLÓGICOS ADICIONAIS ORGANISMO: Vibrio parahaemolyticus ATCC 17802 (00037*) INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Bem abundante RECUPERAÇÃO: >=50% COR DA COLÔNIA: Azul ORGANISMO: Vibrio cholerae ATCC 15748 INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Bem abundante RECUPERAÇÃO: >=50% COR DA COLÔNIA: Amarelo ORGANISMO: Vibrio fluvialis ATCC 33809 (00137*) INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Bem abundante RECUPERAÇÃO: >=50% COR DA COLÔNIA: Amarelo ORGANISMO: Vibrio vulnificus ATCC 29306 INÓCULO (UFC): 50-100 CRESCIMENTO: Razoável/Bom RECUPERAÇÃO: >=20% COR DA COLÔNIA: Amarelo esverdeado ORGANISMO: Proteus vulgaris ATCC 13315 INÓCULO (UFC): >=10^4 CRESCIMENTO: Inibido RECUPERAÇÃO: 0% COR DA COLÔNIA: - ORGANISMO: Shigella flexneri ATCC 12022 (00126*) INÓCULO (UFC): >=10^4 CRESCIMENTO: Inibido RECUPERAÇÃO: 0% COR DA COLÔNIA: - ORGANISMO: Enterococcus faecalis ATCC 29212 (00087*) INÓCULO (UFC): >=10^4 CRESCIMENTO: Inibido RECUPERAÇÃO: 0% COR DA COLÔNIA: - Chave: (*) Números WDCM correspondentes ARMAZENAMENTO E PRAZO DE VALIDADE Armazene entre 10°C - 30°C em um recipiente bem fechado e o meio preparado entre 20°C - 30°C. Use antes da data de validade no rótulo. Ao abrir, o produto deve ser armazenado adequadamente seco, após tampar bem o frasco para evitar a formação de grumos devido à natureza higroscópica do produto. O armazenamento inadequado do produto pode levar à formação de grumos. Armazene em área seca e ventilada, protegida de temperaturas extremas e fontes de ignição. Feche bem o recipiente após o uso. O desempenho do produto é melhor se usado dentro do prazo de validade. DESCARTE O usuário deve garantir o descarte seguro por autoclave e/ou incineração de preparações usadas ou não utilizáveis deste produto. Siga os procedimentos laboratoriais estabelecidos no descarte de materiais infecciosos e materiais que entrem em contato com amostras clínicas devem ser descontaminados e descartados de acordo com as técnicas laboratoriais atuais (7,8). REFERÊNCIAS 1. Kobayashi T., Enomoto S., Sakazaki R., and Kuwahara S., 1963, Jap. J. Bacteriol., 18: 387. 2. Nakanishi Y., 1963, Modern Media 9: 246. 3. Baird R.B., Eaton A.D., and Rice E.W., (Eds.), 2015, Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater, 23rd ed., APHA, Washington, D.C. 4. Salfinger Y., and Tortorello M.L. Fifth (Ed.), 2015, Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods, 5th Ed., American Public Health Association, Washington, D.C. 5. Forbes B. A., Sahm A. S. and Weissfeld D. F., 1998, Bailey & Scotts Diagnostic Microbiology, 10th Ed., Mosby, Inc. St. Louis, Mo. 6. Furniss A. L., Lee J. V. and Donovan T. J., 1978, The Vibrios, Public Health Laboratory Service Monograph Series No. 11, Maidstone Public Health Laboratory, H.M.S.O., London, England. 7. Murray P. R., Baron J. H., Pfaller M. A., Jorgensen J. H. and Yolken R. H., (Eds.), 2003, Manual of Clinical Microbiology, 8th Ed., American Society for Microbiology, Washington, D.C. 8. Isenberg, H.D. Clinical Microbiology Procedures Handbook. 2nd Edition. 9. Wehr H. M. and Frank J. H., 2004, Standard Methods for the Microbiological Examination of Dairy Products, 17th Ed.,APHA Inc., Washington, D.C. 10. American Public Health Association, Standard Methods for the Examination of Dairy Products, 1978, 14th Ed., Washington D.C. 11. MacFaddin J. F., 1985, Media for Isolation-Cultivation-Identification-Maintenance of Medical Bacteria, Vol. 1, Williams & Wilkins, Baltimore, Md. 12. Morris G. K., Merson M. H., Huq A. K., Kibrya A. K. and Black R., 1979, J. Clin. Microbiol., 9:79
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