O mês de março ganha uma cor especial na saúde: o lilás. A campanha Março Lilás é dedicada exclusivamente à conscientização e combate ao câncer de colo de útero, uma doença que, apesar dos altos índices de incidência no Brasil, carrega uma característica esperançosa: é altamente prevenível e curável quando diagnosticada precocemente.
Como parceira estratégica de milhares de laboratórios e hospitais no país, a Cral reforça seu compromisso técnico e social com essa causa. Afinal, por trás de cada estatística, existe uma vida que depende de um diagnóstico preciso.
Para falar de prevenção, precisamos falar da causa. Estudos apontam que a infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano (HPV) é responsável por mais de 95% dos casos de câncer de colo de útero (dados validados pelo INCA e pela OMS).
O vírus é transmitido sexualmente e é extremamente comum. A boa notícia é que a ciência avançou em duas frentes principais de defesa:
1. Vacinação: Hoje ampliada e indicada para meninas e meninos, preferencialmente de 9 a 14 anos, de acordo com a programação do PNI (Programa Nacional de Imunizações).
2. Rastreamento: A detecção de lesões precursoras através do exame citopatológico (Papanicolau).
Muitas mulheres acreditam que, por terem tomado a vacina ou por não apresentarem sintomas, não precisam fazer o exame. Isso é um mito. A vacina protege contra os tipos mais oncogênicos (16 e 18), mas não contra todos os tipos de HPV, por isso o rastreamento continua indispensável.
O exame preventivo (Papanicolau) deve ser realizado periodicamente por mulheres (ou pessoas com útero) de 25 a 64 anos, conforme a diretriz brasileira, que já iniciaram a atividade sexual. É através desse exame que o patologista analisa as células do colo do útero para identificar alterações que, se não tratadas, podem evoluir para um câncer.
Embora o estágio inicial seja frequentemente assintomático, o corpo pode dar sinais em fases mais avançadas. É fundamental destacar que o câncer de colo de útero é uma doença silenciosa em seu início. Quando o corpo manifesta sinais visíveis, muitas vezes o quadro já se encontra em uma fase mais avançada ou invasiva. Por isso, a ausência de sintomas não dispensa a necessidade do acompanhamento médico.
Para que o diagnóstico seja assertivo, a qualidade da coleta é fundamental. No mercado diagnóstico, costumamos dizer que "o microscópio não corrige erro de coleta".
Uma amostra insatisfatória — seja por dessecação (demora na fixação), obscurecimento (sangue em excesso) ou escassez celular — pode levar a um falso negativo ou à necessidade de reconvocar a paciente, gerando ansiedade e custos extras para a operação.
É aqui que a Cral atua como a escolha óbvia para laboratórios de excelência. Nossa Linha Ginecológica, que inclui o Kit Papanicolau II Estéril e a Escova Cervical Modelo Combi, foi desenvolvida com engenharia de precisão para mitigar esses erros:O Março Lilás é sobre cuidado contínuo. É sobre vacinar nossos jovens, usar preservativo, manter os exames em dia e exigir qualidade técnica em cada etapa do atendimento médico.
A Cral orgulha-se de fornecer a base material estruturada para que citopatologistas de todo o Brasil exerçam sua função com clareza e segurança.
Para Gestores de Laboratório e Distribuidores: Garanta que sua operação esteja preparada para a demanda do Março Lilás com materiais que garantem a segurança da paciente e a precisão do diagnóstico. Conheça nossa Linha Ginecológica completa aqui.